Foto: Divulgação / TRE-PR
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Urnas eletrônicas periciadas pelo TRE não apresentam indícios de fraude

 

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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná realizou auditoria de oito urnas que foram alvo de queixas de eleitores durante o primeiro turno. Estas urnas foram impugnadas no dia 7 de outubro após críticas de eleitores de Jair Bolsonaro (PSL), que afirmaram não ter conseguido votar para presidente. A perícia foi realizada na sexta-feira (19), durou cerca de 12 horas e não encontrou nenhum indício de fraude.

Os trabalhos de perícia foram acompanhados por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Polícia Federal e peritos indicados por partidos e pela OAB, além de advogados e imprensa. O procedimento verificou o desempenho de seis urnas do Paraná e duas de Santa Catarina.

Os sistemas instalados nas urnas auditadas são os mesmos que foram lacrados. As urnas estavam em perfeitas condições de uso e funcionamento. E não há indícios de qualquer espécie de fraude no sistema ou no funcionamento das urnas”, diz o relatório final do TRE.

Na votação paralela, que simulou a votação do primeiro turno em uma das urnas, os votos foram conferidos um a um, e não foram identificadas irregularidades ou defeitos no funcionamento da urna. O problema relatado por alguns eleitores, que disseram que a votação para presidente era encerrada antes que apertassem a tecla “confirma”, não aconteceu. As outras cinco urnas passaram por uma rotina de fiscalização, com checagem de lacres, sistemas e arquivos.

“O suposto inconveniente da urna, a princípio, está absolutamente afastado”, afirmou o juiz eleitoral Jean Leeck. Os peritos que acompanharam o procedimento devem produzir laudos independentes, que posteriormente serão entregues à Justiça Eleitoral.

O advogado Gustavo Kfouri, que representa o PSL no Paraná e fez o pedido da auditoria, disse que ss respostas serão dadas tecnicamente. Ele não quis adiantar conclusões sobre o procedimento, afirmando preferir esperar o laudo dos técnicos.

Para o corregedor da Justiça Eleitoral, Gilberto Ferreira, a auditoria pode fazer com que o eleitor vote com mais tranquilidade no segundo turno. “Os direitos do eleitor foram exercidos, e os deveres da instituição também”, afirmou ele.

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