Foto: Divulgação
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Rock’n roll em Palmeira tem nome e respeito com Bigode e os Coiotes

 

Revista Geraes

Em dezembro do ano passado, com a apresentação na abertura do show da banda Blindagem em conjunto com a Orquestra Municipal de Palmeira, a banda Bigode e os Coiotes confirmou de vez a sua marca rock’n roll no cenário musical de Palmeira. Antes disso, porém, as apresentações da banda nas edições da Expo Palmeira de 2016 e de 2017 já haviam apresentado ao público os precisos graves vocais de Robson Stafin, o tonante contra-baixo de Osmir Stafin, que também faz o backing vocal, as vibrações da guitarra de Carlos Roberto dos Santos, o Beto, e a poderosa bateria de Thiago Sibeneichler.

A confirmação da qualidade musical veio com os rasgados elogios do conterrâneo Paulo Teixeira, guitarrista e vocalista da Blindagem. Os cumprimentos e os desejos de sucesso, além de dicas, também partiram espontaneamente dos outros músicos da mais reconhecida banda de rock do Paraná. Sim, Paulo Juk, Pato Romero, Alberto Rodrigues e Rodrigo Vivasz elogiaram o trabalho dos músicos de Palmeira da banda Bigode e os Coiotes. Foi o repertório de clássicos do estilo apresentado no palco que chamaram a atenção dos caras da Blindagem, além, é claro, da execução e da interpretação dos caras da banda de Palmeira.

Quando há pouco mais de dois anos a banda começou, o intuito era o de expandir a influência do rock clássico no cenário musical local. O repertório é inspirado em clássicos do rock, que foram eternizados por grandes nomes da música, que fizeram e fazem parte do cotidiano dos integrantes. Entre as principais influências da banda estão nomes consagrados como: Led Zeppelin, Pink Floyd, Pearl Jam, The Doors, Steve Ray Vaughan, Black Sabbath, Creedence, Audioslave, Rage Against The Machine, entre outros. Com a devida observação de que se trata de um repertório de respeito, admirado e aplaudido por quem conhece o “bom e velho rock’n roll”.

Apesar de ser uma banda recente, alguns integrantes da Bigode e os Coiotes trazem experiências de outros cenários musicais. O baterista Thiago e o guitarrista Beto já tiveram passagem pela banda Gin Jones, uma das bandas que mais tiveram destaque na recente cena local do rock’n roll. Osmir, o baixista, teve experiências em diversos estilos, tendo a música como sua profissão. Por outro lado, o vocalista Robson, o Bigode do nome da banda, começou como baterista em uma banda experimental, a Stoned Cold Bush, junto com o irmão Osmir.

Como todos tem uma identidade musical similar, no decorrer dos anos foram se tornando cada vez mais próximos, reunindo-se com frequência em rodas musicais entre amigos e familiares, até então sem compromisso profissional. Numa daquelas noites embaladas pelos acordes do rock, Thiago e Osmir levantaram a hipótese de formar uma nova banda. De pronto, os atuais integrantes entraram em acordo com a ideia e logo em sequência começaram a decidir o repertório, com uma condição, “que deveríamos tocar apenas músicas que forem do gosto de todos os músicos”, conta Robson. Com isto definido, a banda começou os ensaios, ainda sem o almejo de trilhar algo maior.

Primeira apresentação

Com um mês de formação e ainda nos primeiros ensaios, em 2016, a banda foi convidada pelo secretário da Cultural, Waldir Joanassi, para tocar na programação de aniversário da cidade. Robson conta que aquele convite acabou sendo uma surpresa, pois pelo pouco tempo de banda e o repertório recente não esperava uma oportunidade para apresentação. Encarando o desafio, Bigode e os Coiotes mostraram a que vieram.

Logo em seguida à apresentação no aniversário da cidade, a banda foi chamada para tocar na Expo Palmeira de 2016. Não deu outra, o show foi muito bem recebido pelos amantes do rock. Foi aí que “a experiência e o retorno positivo representaram uma forte motivação para os músicos em melhorar cada vez mais nosso trabalho”, revela Robson.

Com a grande repercussão local acabamos conquistando espaço em diversos eventos, dentre eles a Expo Palmeira em 2016 e em 2017 e realizando a abertura do show para Banda Blindagem com a Orquestra Municipal de Palmeira. Em particular essa participação, com uma das bandas mais renomadas do Paraná, trouxe uma satisfação única e gratificante”, revela o vocalista. “Nossa história aparenta ser curta, mas de extrema intensidade, continuamos sempre com a vontade e o anseio de levar ao publico a nossa paixão pela música”, crava Robson.

 

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