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Palmeirense tem quase 550 itens em sua coleção sobre Pinguins

Uma residência que merecia ser aberta para visitação, com uma moradora peculiar, apaixonada e dedicada à sua coleção, que não é pequena e que compõe cada detalhe da decoração e da vida de Ana Machado. Aposentada, já há uma década enfeita sua casa e cuida com apreço dos mais de 550 diversos itens sobre pinguins, que foi ganhando de familiares e amigos ao longo dos anos.

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Os pinguins estão espalhados por toda a casa. Ocupam a sala, cozinha, banheiro, quarto, enfim, em todos os cômodos há algo que lembre o gosto de Ana. Aos 57 anos, conta que sempre gostou das aves, mas que somente a partir de um brinde um pinguim de gesso, deu início à sua coleção. “Eu sempre gostei dos pinguins, desde muito jovem sempre acompanhei documentários e tudo que me fornecesse mais informações sobre eles, mas nunca tive a ideia de colecionar, até que ganhei o primeiro, e desde então não parou mais de crescer”, conta ela.

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Entre os itens estão chaveiros, pano de prato, colcha, frigideira, esculturas nos mais diversos materiais, como purungo, madeira, gesso, vidro, acrílico, pelúcia, entre outros inúmeros itens a se perder de vista. Ana conta que maior parte das peças são presentes dados por amigos e conhecidos. “Todos que me conhecem sabem do meu gosto, então sempre lembram de mim e me presenteiam com algum objeto que remeta aos pinguins”, explica ela.
O olhar de Ana é direcionado para buscar itens que remetam à sua coleção. “Sempre que viajo tenho olho clínico pra achar qualquer coisa que venha a somar na minha coleção, mas nem sempre consigo achar e trazer uma lembrança pra casa”, ressalta.

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Ana conta que todas as peças são especiais para ela e quando questionada sobre o qual acha mais bonito, não sabe dizer. Entretanto, tem um em especial que para ela é o mais ‘feio’. “Eu gosto de todos eles, mas tem um que ganhei que é um pouco estranho, não se parecendo muito com um pinguim. Para mim esse é o mais feio”, diz ela.
Sua coleção tem itens de diferente lugares do mundo, como por exemplo, exemplares que vieram de Portugal, Espanha, Bolivia. Também tem peças de aquários brasileiros, como os de Santos e de Paranaguá. Este faz parte da história da colecionadora, pois foi o primeiro local onde ela pode avistar um pinguim ao vivo, há cerca de dois anos. “Eu estava lendo jornal quando soube da instalação do aquário em Paranaguá. Quando eu descobri que teris pinguins, fiquei eufórica, não via a hora da inauguração. Quando fui conhecer fiquei por horas admirando eles, parecia uma criança”, relata ela, com sorriso ao lembrar.
Patagônia
A colecionadora apaixonada pelas aves pretende em breve viajar até a Patagônia, para poder ficar ainda mais próxima da sua paixão. “Na Patagônia existe um parque onde se realiza a visitação, para quem quer observar os pinguins em habitat natural. Estou me programando pra poder viajar até lá”, conta Ana, com certa ansiedade para que este momento chegue o mais rápido possível.

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