Foto: Folha
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Palmeira avança no IFDM e melhora posição em rankings estadual e nacional

 

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que mede o desenvolvimento dos municípios brasileiros, voltou a crescer em 2016, depois de dois anos de quedas consecutivas. O indicador nacional fechou em 0,6678, abaixo do 0,6715 registrado em 2013. O ÍFDM conferido para o município de Palmeira ficou em 0,7760, avançando em comparação com o estudo anterior e, consequentemente, melhorando as posições do município nos rankings estadual e nacional.

Divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados de 2016, o IFDM 2018 monitora os indicadores sociais em 5.471 municípios, onde vivem 99,5% da população brasileira.

O estudo adota uma escala de avaliação que vai de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento do município. Os municípios são divididas em quatro categorias: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,5), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). O índice vem sendo aferido há uma década.

Para compor o IFDM, são consideradas três vertentes. Na primeira delas, de educação, Palmeira atingiu 0,8136; na segunda, a saúde, chegou a 0,8607; e na terceira, emprego e renda, ficou em 0,6538.

Com o índice apontado pela Firjan, Palmeira aparece na posição número 86 entre os 399 municípios do estado Paranáe na posição número 714 entre os 5.471 municípios brasileiros monitorados pela entidade.

No comparativo com o resultado do estudo divulgado pela Firjan no ano passado, referente ao ano de 2015, o desempenho do índice para Palmeira foi melhor na atual edição. O IFDM apontado naquela ocasião era de 0,7161. Com a melhora dos indicadores, o município avanço muitas posições, tanto no ranking estadual como no ranking nacional.

O índice 0,7760 é o melhor já obtido em toda a série histórica do estudo, em suas 12 edições, que começou a ser divulgado em 2007 com dados do ano de 2005. O município está na faixa de desenvolvimento moderado, segundo o estudo.

Retração

O resultado nacional mostra o impacto da retração econômica que levou a uma queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, com reflexos nas três vertentes que compõem o estudo: emprego e renda, saúde e educação.

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