Foto: Reprodução / Imagem ilustrativa
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Meta de vacinação contra pólio e sarampo em Palmeira é de 1.818 crianças

 

Começou na segunda-feira (6) e se estende até o próximo dia 31 a Campanha Nacional de Vacinação Contra a poliomielite e sarampo. Todas as crianças de um ano a menores de cinco anos devem se vacinar, independente da situação vacinal. A meta do Ministério da Saúde para Palmeira é vacinar ao menos 95% das 1.818 crianças da faixa etária abrangida e diminuir a possibilidade de retorno da pólio e reemergência do sarampo, doenças consideradas eliminadas no Brasil.

Para melhor atender a população e atingir a meta de vacinação, a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Palmeira deve adotar algumas medidas especiais. Na semana de 13 a 17 de agosto as Estratégias de Saúde da Família (ESFs) das áreas urbana e rural estarão abertas no horário de almoço, sendo que a ESF Central atenderá até às 20 horas.

O Dia D de mobilização será no dia 18, um sábado, quando a ESF Central ficará aberta das 8h30 às 16h30, e as ESFs de Queimadas e Faxinal, das 9 às 16 horas, para realizar a vacinação.

Neste ano, a campanha de vacinação será feita de forma indiscriminada para manter coberturas homogêneas de vacinação. Para a poliomielite, as crianças que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberão a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Já os menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a Vacina Oral Poliomielite (VOP), a conhecida gotinha.

Em relação à proteção contra o sarampo, todas as crianças receberão uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

Vale ressaltar que a vacina, além de impedir que os vírus da pólio e sarampo entrem no país e não encontrem uma fonte de infecção, também são uma oportunidade de corrigir falhas vacinais.

Redução da cobertura

Desde que se observou a redução nas coberturas vacinais do país, o Ministério da Saúde tem alertado sobre o risco da volta de doenças que já não circulavam no Brasil, como é o caso do sarampo. Entre as principais causas, pode-se apontar o próprio sucesso do Programa Nacional de Imunizações, que conseguiu altas coberturas vacinais durante os seus 44 anos de existência.

Outros fatores são: desconhecimento individual de doenças já eliminadas; horários de funcionamento das unidades de saúde incompatíveis com as novas rotinas da população; circulação de notícias falsas na internet e WhatsApp causando dúvidas sobre a segurança e eficácia das vacinas; bem como a inadequada alimentação dos sistemas de informação.

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