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Estudo da UEPG mostra mercado de trabalho aquecido em Palmeira em 2019

 

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O boletim Mercado de Trabalho dos Campos Gerais em 2018, elaborado pelo Núcleo de Economia Regional e Políticas Públicas (Nerepp) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), publicado na quarta-feira (6), conclui que no município de Palmeira existe uma tendência de aquecimento do mercado de trabalho em 2019, sinalizando para um ano de recuperação. Os dados analisados e constantes do boletim, em trabalho coordenado pela professora Augusta Pelinski Raiher, são do Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho.

Entre os 19 municípios da região dos Campos Gerais, Palmeira foi o oitavo colocado em criação de novos empregos formais (com carteira assinada) no ano passado. O município teve a abertura de 105 novos postos de trabalho em 2018. Já entre os 399 municípios do Paraná, Palmeira ficou na 78ª posição.

O boletim mostra que dos seis setores de atividades pesquisados, três registraram saldos positivos, abrindo novas vagas de trabalho em 2018, e três apresentaram saldo negativo, fechando postos de emprego formal no ano passado.

O melhor desempenho no município foi do setor da indústria, que criou 107 novas vagas. Já o setor com o pior desempenho em 2018 foi o da construção civil, que cancelou 14 postos de trabalho com carteira assinada no ano passado.

Evolução

O estudo do Nurepp apresenta a evolução do emprego formal nos municípios da região num período de três anos, entre 2015 e 2017. Os dados relativos a Palmeira mostram que em 2015 eram 6.978 empregados com carteira assinada no município; já em 2016 o número se elevou para 7.071; e em 2017 avançou para 7.460 trabalhadores formalizados.

No período, portanto, foram criadas 482 vagas de emprego formal em Palmeira, o que representa a média de 160 novos postos de trabalho com carteira assinada abertos por ano entre 2015 e 2017.

Região

O estudo traz uma avaliação sobre o comportamento do mercado de trabalho no início deste ano de 2019. Afirma que os dados demonstram um enfraquecimento do mercado de trabalho, com um saldo negativo em janeiro de 2019, destruindo 314 empregos, enquanto o Paraná como um todo criou mais de 9 mil postos de trabalho.

Os setores do comércio e da agropecuária foram os que mais destruíram vagas, de acordo com o estudo. No caso do comércio, pode-se atribuir esse resultado negativo decorrente, ainda, das demissões dos trabalhadores temporários contratados em novembro/dezembro de 2018; e no caso da agropecuária, é o resultado da passagem dos principais pontos de contratação do setor, que é no plantio, também nos dois últimos meses do ano, segundo a avaliação.

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